O que é um linfonodo no pescoço
Nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos, a mulher média pode esperar viver 80 anos ou mais. Com tamanha longevidade, não basta apenas consumir as calorias necessárias para sustentar o corpo, construí-lo e repará-lo. Os alimentos que fornecem essas calorias podem influenciar o risco de desenvolver condições crônicas, que variam de doenças cardíacas e câncer a osteoporose e perda de visão relacionada à idade.
Embora ainda haja muito a ser aprendido sobre o papel de nutrientes específicos na redução do risco de doenças crônicas, um grande corpo de evidências apoia a utilidade de padrões alimentares saudáveis que enfatizam alimentos integrais, legumes, vegetais e frutas, e que limitam amidos refinados, carne vermelha, laticínios integrais e alimentos e bebidas ricos em açúcares adicionados.
Essas dietas têm sido associadas à redução do risco de uma variedade de doenças crônicas. A gordura alimentar é um nutriente terrivelmente mal compreendido e erroneamente difamado. Mitos e mensagens que persistem desde a década de 1960 alertam que gordura é ruim. Essa simplificação perigosa ajudou a lançar dezenas de dietas amplamente ineficazes e o desenvolvimento de milhares de alimentos sem gordura, mas carregados de calorias.
Também ajudou a alimentar as epidemias gêmeas de obesidade e diabetes tipo 2. A mensagem “gordura é ruim” é problemática porque há quatro tipos principais de gordura alimentar com efeitos dramaticamente diferentes na saúde.
Dr Stéfano Fiúza – Cirurgião de Cabeça e Pescoço
Visc. de Pirajá, 303 – 9º Andar – Ipanema, Rio de Janeiro – RJ, 22410-001
(21) 99402-4000